To build jQuery, you need to have the latest Node.js/npm and git 1.7 or later. Earlier versions might work, but are not supported. For Windows, you have to download and install git and Node.js. OS X users should install Homebrew. Once Homebrew is installed, run brew install git to install git, and brew install node to install Node.js. Linux/BSD users should use their appropriate package managers to install git and Node.js, or build from source if you swing that way. Easy-peasy. Special builds can be created that exclude subsets of jQuery functionality. This allows for smaller custom builds when the builder is certain that those parts of jQuery are not being used. For example, an app that only used JSONP for $.ajax() and did not need to calculate offsets or positions of elements could exclude the offset and ajax/xhr modules. Any module may be excluded except for core, and selector. To exclude a module, pass its path relative to the src folder (without the .js extension). Some example modules that can be excluded are: .<--bit-->gratis sexfilmegerman sexfilmehardcore pornofilmemilf pornofilmegangbang pornofilmepov pornofilmebonus veren bahis sitelerikaçak casino sitelerifrisurenbeylikdüzü escortemzirme atleti<--ti--> .Note: Excluding Sizzle will also exclude all jQuery selector extensions (such as effects/animatedSelector and css/hiddenVisibleSelectors). The build process shows a message for each dependent module it excludes or includes. As an option, you can set the module name for jQuery's AMD definition. By default, it is set to "jquery", which plays nicely with plugins and third-party libraries, but there may be cases where you'd like to change this. Simply set the "amd" option: For questions or requests regarding custom builds, please start a thread on the Developing jQuery Core section of the forum. Due to the combinatorics and custom nature of these builds, they are not regularly tested in jQuery's unit test process. The non-Sizzle selector engine currently does not pass unit tests because it is missing too much essential functionality.

Entrevista: Marcelo Bonfá: “nossa música ainda tem vida e sempre terá”

 Entrevista: Marcelo Bonfá: “nossa música ainda tem vida e sempre terá”

Times – Inicialmente, qual o balanço que você faz de toda sua carreira? Afinal são mais de três décadas dedicadas à música…

Marcelo Bonfá – Pra dizer a verdade eu não me dediquei apenas à música neste tempo, que para mim é uma forma de expressão transcendental, tanto para quem faz como para quem ouve a música. Acho que as pessoas nascem com suas devidas tendências e alguma coisa como “sorte” faz com que ela possa desenvolver ou mesmo viver cercada das coisas que gosta ou mesmo viver delas e para elas. Acho que este seria o meu caso. Dentro deste universo eu poderia ter escolhido vários caminhos, e durante uma fase da vida quando tudo parece mágica, o punk rock me bateu forte, e tudo que eu ligava a este estilo musical. Basicamente a simplicidade como expressão, a honestidade, a energia, a dedicação a uma causa maior que a própria música, as relações humanas. Bem…(risos), eu acho um saldo bem positivo considerando “tudo”.

 

Times – Você marcou definitivamente seu nome dentro do rock nacional. Mas existe ainda algum objetivo que não chegaste a alcançar. Quais seriam seus planos para 2013?

Marcelo Bonfá – Acho que rock envolve atitude, não apenas na música. Não acho que música deva ser apenas entretenimento. E no nosso caso ela ia muito além disso. Ou pelo menos tentávamos, acho que conseguimos. No entanto, acho que hoje em dia o mundo está meio esvaziado deste raciocínio. Como eu disse, sempre estive envolvido em áreas não tão ligadas a música diretamente. Li recentemente uma matéria num jornal europeu que dizia que a gastronomia é o novo rock n’ roll…Estou prestes a lançar uma cachaça orgânica que venho trabalhando já há uns 7 anos na minha Fazenda Vista linda em Minas Gerais, eu sempre tive um pé na terra, e a cabeça nas nuvens (risos). E se a gastronomia é o novo rock, eu só poderia estar fazendo “cachaça”, pois venho do punk rock.

 

Times – Seu último disco de inéditas lançado foi “Móbile” em 2007. Conte-nos um pouco como foi a gravação e as composições deste álbum?

Marcelo Bonfá – Ele faz parte de um momento conturbado da minha vida, apesar disto não estar muito claro para mim naquela época. Agora eu vejo e entendo melhor o que eu fiz ali. E até mesmo um pouco antes dele. No Videotrack pós “Barco alem do sol”, ali pra mim já se esboçava este caminho que durou até agora. Sou outra pessoa agora e venho me transformando desde então. Não sei ainda exatamente qual caminho irei seguir na música, mas estou na estrada fazendo shows com o meu repertorio e da Legião.

 

Times – E o retorno dos fãs, foi o imaginado por você?

Marcelo Bonfá – Tenho tido uma grata troca com os fãs da minha música e da minha atitude, principalmente com estas novas ferramentas da internet. Pois sou bastante visual e uso muito o instagram, facebook, twitter.

Times – O disco foi lançado “virtualmente”. Por que preferiu lançá-lo desta maneira?

Marcelo Bonfá – Para mim não dava mais pra fazer cds e distribuir. Tenho uma boa noção do que acontece no mercado e da forma que coloquei consigo atingir um público muito maior. O Mobile saiu inicialmente pela Vivo celulares e rendeu mais de 50.000 downloads.

Times – E você tem trabalhado em seu novo disco, certo? Poderia adiantar alguma coisa deste novo trabalho?

Marcelo Bonfá – Eu estava trabalhando em algumas músicas que a princípio seriam singles e, posteriormente, seriam um EP. Mas as músicas que fiz não me dizem mais muita coisa…Elas estão mais para um final de ciclo. Duas delas estão no site www.marcelobonfa.com.br para livre download. Em breve vou colocar mais duas que já estavam prontas. Quero fazer algo totalmente novo agora.

Times – Agora para falar um pouco do seu trabalho com a Legião Urbana, como você vê hoje em dia tudo que aconteceu com vocês, pois a banda acabou tornando-se icônica, sendo constantemente descoberta por novas gerações que nunca chegaram a assistir vocês tocando.

Marcelo Bonfá – É fruto de um trabalho intenso e pontual. Unindo corpo, mente e o espírito da Legião Urbana. Passei minha mensagem usando as mensagens da nossa música. Dediquei toda minha energia e minha intuição durante muito tempo da minha vida naquilo. Focando nas palavras do Renato, nas nossas melodias e no meu jeito de compreender aquilo. Meu trabalho está ali misturado a tudo e dá consistência e credibilidade a música com o soar dos tambores. Tem força e ainda tem vida e sempre terá.

Times – Qual seriam as suas composições favoritas da banda, e você teria vontade de mudar algo, talvez ter trabalhado diferente alguma música ou disco?

Marcelo Bonfá – Não mudaria nada e gosto de “quase” todas.

Times – Como foi o momento no qual Renato Russo contou ser soro positivo? Foi um baque para vocês? Você chegou a temer que a banda poderia encerrar suas atividades já naquele momento

Marcelo Bonfá – Foi há muito tempo atrás, e num momento que só nos restava trabalhar, e ajudar o Renato a trabalhar da melhor forma possível. Foi o que fizemos.

Times – Não há como negar que o grande auge do rock nacional foi a década de 80. Você sente saudades daquela época?

Marcelo Bonfá – Nao sinto saudade de nada daquela época, mas sem dúvida foi muito legal e realmente muito intenso.

Times – Qual a sua maior influência, aquele que o levou a querer ser um músico profissional?

Marcelo Bonfá – O punk Rock e tudo que rolava nos anos 80, dentro e fora do Brasil.

Times – Uma mensagem para os fãs e amigos que curtem o seu trabalho e apostam na música nacional.

Marcelo Bonfá – Façam música!

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