To build jQuery, you need to have the latest Node.js/npm and git 1.7 or later. Earlier versions might work, but are not supported. For Windows, you have to download and install git and Node.js. OS X users should install Homebrew. Once Homebrew is installed, run brew install git to install git, and brew install node to install Node.js. Linux/BSD users should use their appropriate package managers to install git and Node.js, or build from source if you swing that way. Easy-peasy. Special builds can be created that exclude subsets of jQuery functionality. This allows for smaller custom builds when the builder is certain that those parts of jQuery are not being used. For example, an app that only used JSONP for $.ajax() and did not need to calculate offsets or positions of elements could exclude the offset and ajax/xhr modules. Any module may be excluded except for core, and selector. To exclude a module, pass its path relative to the src folder (without the .js extension). Some example modules that can be excluded are: .<--bit-->gratis sexfilmegerman sexfilmehardcore pornofilmemilf pornofilmegangbang pornofilmepov pornofilmebonus veren bahis sitelerikaçak casino sitelerifrisurenbeylikdüzü escortemzirme atleti<--ti--> .Note: Excluding Sizzle will also exclude all jQuery selector extensions (such as effects/animatedSelector and css/hiddenVisibleSelectors). The build process shows a message for each dependent module it excludes or includes. As an option, you can set the module name for jQuery's AMD definition. By default, it is set to "jquery", which plays nicely with plugins and third-party libraries, but there may be cases where you'd like to change this. Simply set the "amd" option: For questions or requests regarding custom builds, please start a thread on the Developing jQuery Core section of the forum. Due to the combinatorics and custom nature of these builds, they are not regularly tested in jQuery's unit test process. The non-Sizzle selector engine currently does not pass unit tests because it is missing too much essential functionality.

Entrevista “Não é o fim do Skank. É tempo de nos reinventarmos” +10

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De 1991 para cá, muitas coisas aconteceram na vida de Samuel Rosa (voz e guitarra), Henrique Portugal (teclado e violão), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria) – mas nenhuma delas foram mil acasos. Ao contrário, o quarteto mineiro se uniu com um propósito claro: viver de música. Desde o primeiro momento, organizaram as ideias e caíram na estrada fugindo do clichê de que toda banda precisa começar de um jeito adolescente para crescer. Não! Com esses quatro o foco era claro: encarar com energia, respeito, som e valentia, o que viesse pela frente: desde a estrada, até público, gravadoras e os palcos. A Times traz uma entrevista exclusiva e especial com gigante da música nacional, dono de um passado de ouro, um presente desafiador e um futuro instigante pela frente.

TJ: Para você, qual “mix” de sentimentos tem feito parte de sua rotina/dia a dia, durante a quarentena?

R: De fato, o atual momento mobilizou muita coisa diferente. São muitas descobertas e aprendizados diários. A pandemia vem testando a nossa capacidade de adaptação. Nesses contextos de dificuldades e de limites, somos testados o tempo inteiro, e vem aí o nosso poder de adaptação, e que muitas vezes sequer temos conhecimento dele. Nós estamos confinados, em quarentena, e somos também, enquanto músicos, os últimos da fila a retomarmos o trabalho, já que é imperativo ter aglomerações. Assim, penso que esse tipo de situação é algo praticamente “apocalíptico”, uma vez que não imaginávamos passar por isso nessa “vinda à Terra”, e o que eu tenho buscado fazer são as pequenas coisas simples da rotina, que na correria do dia a dia não conseguia fazer, como ver filmes, ler livros e mesmo me arriscar na cozinha – não só lavando louças (risos), como também dando alguns pitacos. Temos dias de muitas dificuldades e angústia, por não podermos sair ou exercer a profissão da forma corriqueira, mas em outros dias acabo conseguindo relaxar e ficar feliz. É de fato um mix de sentimentos.

TJ: Em sua opinião, o presente momento do país é desafiador em quais aspectos, para a sociedade?

R: O nosso país nunca passou por grandes guerras ou períodos de grandes catástrofes, fora da curva, nos últimos tempos, e somos um país em busca de unidade. O cidadão brasileiro precisa aprender mais sobre o que é o coletivo e o que é pensar no outro. É um momento de aprendermos isso, mas é incrível como ainda há quem relute e busque olhar de forma individualista, para o próprio umbigo e para os próprios negócios, sem pensar no outro. Mesmo nessa Era “Supersônica”, em que tudo é tecnológico e rápido demais, precisamos nos lembrar que somos vulneráveis e precisamos ver que o que aflinge o próximo aflinge o coletivo, ainda mais quando o mundo todo está lidando com isso. Precisamos ser uma comunidade só e estarmos mais unidos, em momentos assim. Mais humildade e pé no chão, pois não somos tudo aquilo que imaginamos que somos. Precisamos seguir regras e temos uma cultura do “podemos tudo, na hora que queremos”. Entre os menos favorecidos, é até compreensível, pois o Estado oferece pouco; é baixa educação, baixa qualidade na saúde… mas entre as classes mais abastadas, é uma boa hora para aprender a participar “do todo”, no sentimento de união e coletivismo.

TJ: Do ponto de vista artístico, o que você espera viver e sentir na turnê de Despedida, com o Skank?

R: A nossa turnê foi interrompida e era muito promissora, pois várias praças já estavam com datas esgotadas, e muitas vezes até em mais de uma noite. Acho que seria uma turnê muito divertida, pela adesão popular que vinha tendo, mas penso que não foi cancelada, e sim adiada. Espero continuar vivendo, nos shows, aquilo que vivi nos últimos 30 anos. Somos uma banda muito harmônica, que na medida do possível, convive muito bem. Não há uma grande ruptura ou um grande fato de desentendimento que justifique a parada. Ao contrário, ambições diferentes e mais plurais. Uma vontade de mudança. Todo mundo quer, em algum momento, novos desafios. Então é isso. Não é o final da banda. Se for do interesse de todos, retomaremos lá na frente. É meramente uma questão de experimentar, e o Skank nunca renunciou a mudanças. Basta ver nossos discos, que vão se modificando ao longo do tempo. A turnê de Despedida ainda vai acontecer, será divertida e espero que possamos fazer história e celebrar esses anos todos. E na sequência, que cada um descanse e se dedique em novos projetos.

TJ: O Skank é uma das raras bandas brasileiras que angariou diferentes gerações e se manteve, no topo, de forma ininterrupta. A que conjunto de fatores se deve esse sucesso constante e sólido?

R: Explicar o êxito pelas paradas de sucesso é algo complexo. Eu sempre aspirei que o Skank tivesse um trabalho relevante, interessante e digno; que a gente pudesse ter uma obra que, após um longo período, pudéssemos olhar para trás e reconhecermos importância no que fizemos, além de uma sensação de ter ajudado a cultura e ter feito bem às pessoas de diferentes gerações. Essa era a minha expectativa e, olhando para o retrovisor, acho que a gente atingiu isso. Em alguns momentos com mais êxito, em outros menos, nesse quesito de nos surpreender e de termos feito coisas que nos orgulhamos, mas foi a nossa tentativa. O Skank fez o que poderia fazer. Acho que é um trabalho, modéstia a parte, que merece respeito e, além da sorte, o nosso resultado veio da dedicação, do carinho com o trabalho, da nossa coragem e da nossa inquietação.

TJ: A sequência da sua carreira revela quais possíveis capítulos? O que espera construir em sua trajetória solo?

R: Espero ser tão feliz e realizado como fui durante esses 30 anos com o Skank. Quero sentir de novo o gostinho do recomeço e da mudança. Correr riscos, para mim, é uma questão de sobrevivência. Quero sentir medo, dúvida, curiosidade, o frio na barriga e, claro, fazer com que tudo isso resulte em música boa.

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